Todos os detalhes da campanha que nos trouxe o Tricampeonato Mundial, incluindo a passagem de bastão de João Saldanha para Zagallo, que assume o que muitos consideram o maior time de todos os tempos, são documentados neste terceiro livro d'As Copas de Nelson Rodrigues.
O pontapé inicial é dado por Tostão, que reflete sobre 1968, ano marcado por intensos acontecimentos políticos, sociais e culturais, quando, entre críticas e muita expectativa, o trio de canhotos formado por Gérson, Rivelino e ele próprio ajudou a reerguer o prestígio da seleção e reconectar o país à sua maior paixão. Graças a esse escrete, o brasileiro não tem mais vergonha de ser patriota.
Somos noventa milhões de brasileiros, de esporas e penacho, como os Dragões de Pedro Américo, sentenciou Nelson, em 22 de junho de 1970, contrapondo-se aos idiotas da objetividade.