O quanto uma pessoa pode ser boa?
O quanto ela pode ser corrompida?
O quanto ela pode refazer os passos daqueles que a oprimiam?
Quais são as fronteiras do certo e do errado?
Neste livro, personagens são descritos como porcos e suas atitudes durante os pequenos contos que o compõem revelam uma sujeira interior simbolizada pelo exterior. Não são fábulas com lições de moral ou mensagens profundas em finais bem arredondados, não. Trata-se de expressar o sentimento advindo do grotesco.