O silêncio sempre inquietou o coração humano. Quando as palavras cessam, quando as respostas parecem tardar, quando o céu não dá sinais, surge em nós a sensação de incerteza e, até, de abandono. Mas é nesse espaço de silêncio que muitas vezes a fé é provada, o coração é trabalhado e a esperança é refinada.
Este sermão avança nessa percepção: o céu pode estar em silêncio, mas nunca está indiferente. Cada pausa de Deus tem um propósito, cada demora é pedagógica e cada silêncio é carregado de significado. Ao longo desta mensagem, vamos refletir sobre aquilo que realmente acontece quando parece que nada está acontecendo.
O objetivo destas linhas é simples, mas necessário: mostrar que o silêncio de Deus não é ausência, mas preparação. É no silêncio que ele organiza o invisível, move peças que não enxergamos e alinha circunstâncias que fogem ao nosso controle. Tal silêncio não é vazio, mas gestação, como a semente que, escondida debaixo da terra, parece morta, enquanto que, na verdade, está germinando vida. O silêncio de Deus nunca é o fim, mas o intervalo entre o clamor e a resposta.
Que esta leitura conduza seu coração a descansar naquele que sempre ouve, sempre vê e sempre responde no tempo certo.
Que Deus te abençoe rica e abundantemente nesta leitura.
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